Institucional

Inscrições abertas para a Escola de Cidadania para Adolescentes

Por Redação 

A Viração Educomunicação abre as inscrições para a primeira turma da Escola de Cidadania para Adolescentes. Serão selecionadas trinta pessoas, entre 14 e 19 anos, residentes da cidade de São Paulo, para participarem de um circuito de formação com duração de até cinco meses, totalmente gratuito.

O projeto, que pretende contribuir para o fortalecimento da participação e a promoção de direitos humanos de adolescentes e jovens, consiste num circuito de formação presencial e a distância, mapeamento afetivo dos territórios onde vivem e realização de ações de intervenção comunitária.

As formações tratarão de temas como condição juvenil, democracia, participação, políticas públicas e direitos humanos, que serão discutidos com educadores, especialistas e ativistas. Durante todo o processo, os participantes também terão a oportunidade de experimentar técnicas de produção midiática (rádio, vídeo, fanzine, jornal mural, etc.) e participar de coberturas educomunicativas em diferentes espaços.

A Escola de Cidadania Ativa para Adolescentes (ECA) é um projeto de cooperação internacional, realizado pela Viração Educomunicação e a associação Viração&Jangada, conta com financiamento da Província Autônoma de Trento, e parceria de implementação do Instituto Universidade Popular – UNIPOP, de Belém (PA) e a Auçuba Comunicação e Educação, de Recife (PE).

Cronograma de atividades:
 

As atividades do projeto acontecerão no período da tarde (das 14h às 17h), em dois dias da semana (a confirmar), entre julho e setembro, na sede da Viração, no centro de São Paulo. 

 
Observações:
 
O projeto fornecerá reembolso de despesa com transporte para os adolescentes e servirá lanche durante as atividades. 

Como participar

As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de junho através deste link ou pelo telefone 3115-0142. O resultado será divulgado no site da Viração. Na seleção serão considerados critérios de gênero, raça e diversidade de regiões da cidade.

Critérios

Para participar é preciso ter entre 14 e 19 anos; residir na cidade de São Paulo; ter disponibilidade para participar de todo o percurso do projeto e interesse nos temas e ações descritas acima.

Mais informações

Para mais informações entre em contato pelo telefone (11) 3115-0142 com Daniel Fagundes ou Elisangela Nunes, ou pelos emails elis@viracao.org ou daniel@viracao.org.

Viração lança manual de enfrentamento à LGBTfobia na escola

Por Redação

Relatos de exclusão, isolamento, agressão verbal e violência física na escola são comuns entre alunos e alunas LGBT. No entanto, ainda são poucos os consensos sobre o que pode ser considerado violência e como enfrentá-la na escola.

Assim, a Viração Educomunicação criou o Manual de incentivo à não omissão das violências LGBTfóbicas, que tem como objetivo apoiar educadores/as e jovens na identificação e enfrentamento de violências vivenciadas por adolescentes e jovens em espaços educativos.

Para Paula Bonfatti, Analista de Comunicação e Marketing da Viração e responsável pela organização do material, estabelecer um consenso sobre o que é e o que não é violência é essencial para seu enfrentamento. “Primeiro, é preciso expôr as diferentes formas de violência, que não estão claras nem para os alunos e alunas, nem para a comunidade escolar. A partir daí, é preciso pensar em formas de agir, tanto para remediar quanto para prevenir a recorrência dessas violências”, conta.

Segundo a Pesquisa Nacional sobre o Ambiente Educacional no Brasil (2016), 60% dos estudantes LGBT se sentiram inseguros na escola no último ano por causa de sua orientação sexual, 73% foram agredidos verbalmente e 27% fisicamente. Sobre as medidas tomadas pela escola, 54% dos estudantes afirmaram que a instituição não agiu.

Além dos tipos de violência vivenciadas por adolescentes e jovens LGBT, o manual lista os agentes perpetradores e inúmeras ações, como campanhas educativas e seminários de formação para educadores/as, como formas eficientes de enfrentá-las. “A mensagem final é: ‘não se omita diante de uma violência, aja. Aqui estão algumas ferramentas que você pode usar para enfrentá-la’”, conclui Paula.

O manual pode ser baixado neste link, de forma gratuita.

Viração promove curso sobre juventudes e redes sociais

Por Redação

Em parceria com a escola DIEESE de Ciências do Trabalho, a Viração Educomunicação realizará o curso de extensão “Juventudes e Redes Sociais: comunicação para mobilização social na internet”, nos dias 23 e 24 de maio.

O curso discutirá as mudanças no processo de comunicação e no comportamento das juventudes, a partir das novas tecnologias e do uso das redes sociais. Apresentará conceitos, práticas e estratégias de comunicação para a mobilização social, com momentos de debate, reflexão e produção de peças multimídia.

O curso será ministrado pelos educadores e educomunicadores da Viração, referência em educomunicação e que há 15 anos atua com comunicação para a promoção dos direitos da juventudes.

Para participar, basta se inscrever no site. O investimento varia entre R$200,00 e R$350,00.

Serviço

Quando: 23 e 24 de maio.

Onde: Escola DIEESE de Ciências do Trabalho – R. Aurora 957 Centro- SP (próx. ao metrô República)

Quanto: Os valores variam entre R$200 e R$350, é necessário consultar.

Inscrições: Para se inscrever, clique aqui.

Projeto aposta no combate interseccional do HIV/Aids

Por Redação

O Pra Brilhar, projeto realizado pela Viração Educomunicação em parceria com o Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo, inova na abordagem interseccional do combate ao HIV/Aids na cidade.

Durante seis meses, um grupo de 20 jovens selecionados por critério de classe e cor se encontrará semanalmente para debater sobre gênero, sexualidade e prevenção combinada em intersecção com raça e classe. O objetivo é aperfeiçoar a ação coletiva e as políticas públicas para o combate ao HIV/Aids.

“Apostamos na ideia de que a prevenção perpassa primeiro a educação sexual e o entendimento de que o combate à epidemia precisa ser interseccional, ou seja, ele precisa perpassar o entendimento sobre gênero, sexualidade, raça e classe, porque os mais afetados são LGBTs com esse recorte”, conta o coordenador do Pra Brilhar, Tulio Bucchioni.

Além das oficinas, os participantes são encorajados a produzirem conteúdos em diferentes formatos a partir de um processo educomunicativo. Assim, por meio da educação entre pares e das narrativas de si, do outro e do mundo, Pra Brilhar busca os significados de ser gay, negro e periférico na cidade de São Paulo. Todas as produções e roteiros de oficinas são publicadas no site e página oficial do projeto no Facebook.

Com duração de dois anos, o projeto conta com quatro ciclos presenciais de formação, perpassando por temáticas de gênero e sexualidade, direitos humanos, sexuais e reprodutivos e prevenção combinada ao HIV/Aids e outras ISTs. “As discussões têm sido muito qualitativas, mesclando o compartilhamento de experiências pessoais e o debate sobre conceitos teóricos e militância, que são fundamentais para o entendimento dessas experiências pessoais”, conta Tulio.

O projeto também possibilita um espaço auto-organizado para a população LGBT, além da possibilidade de troca de experiências pessoais e o processo de compreensão das desigualdades estruturais. “O Pra Brilhar está sendo maravilhoso, estou conhecendo coisas novas e as ideias estão se expandindo. As formações vão agregar na minha vida profissional, pessoal e amorosa. No fim, posso transformar todo esse aprendizado em produções e eu acho isso magnífico”, conta Alisson Lourenço, de 19 anos, participante do primeiro ciclo de oficinas.

Os encontros acontecem toda quarta-feira, das 14h às 17h, na sede da Viração, localizada na Rua Araújo, 124, próximo ao metrô República. A seleção de participantes para a segunda turma do projeto se dará no início do segundo semestre de 2018.

 

Viração contrata: Assistente Administrativo(a)

A Viração Educomunicação, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ 11.228.471/0001-78, com sede na Rua Dr. Bittencourt Rodrigues, 88, Conjunto 102, Sé, São Paulo (SP), CEP: 01017-010, torna público às/aos interessadas/os que contratará como prestador/a de serviço um/a profissional para a área administrativa.

 

Perfil do/a profissional – requisitos

– Graduado/a em Administração, Ciências Contábeis e áreas correlatas.

– Experiência em Organizações do Terceiro Setor.

– Conhecimento de ferramentas de gerenciamento financeiro.

– Conhecimento em gestão financeira de projetos: prestação de contas, relatórios financeiros, entre outros.

– Domínio do pacote Office.

– Fluência escrita e verbal em Língua Portuguesa.

Proatividade, autonomia e facilidade de trabalhar em equipe.

 

Desejável:

Certificação em curso/s de gestão financeira e/ou gestão de projetos.

– Conhecimento de sistemas de gestão de convênios públicos, como Siconv e similares.

 

Atribuições / atividades

– Realizar serviços bancários.

– Gerenciar o banco de informações do gerenciador financeiro – conta azul.

– Fazer cotações e compras em geral.

– Realizar serviços de correios.

– Realizar prestação de contas e relatórios financeiros de projetos.

– Oferecer apoio administrativo à área de Projetos e Programas.

– Realizar emissão de notas e recibos.

– Organizar arquivos físicos e digitais.

– Realizar serviços administrativos externos em geral.

 

Informações adicionais

Carga horária: 36 horas semanais.
Regime de contratação: Prestação de serviços (Pessoa Jurídica)
Remuneração: a combinar
Local de trabalho: Sede da Viração, São Paulo – Centro.

 

Processo de seleção

Interessados/as enviar CV com carta de apresentação até o dia 02/04/2018 para o e-mail: selecao@viracao.org

 

Sobre a Viração Educomunicação

Criada em 2005, a Viração é uma Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos que tem como objetivo mobilizar adolescentes, jovens, educadores(as) e educomunicadores(as), por meio da educomunicação, para a promoção e defesa dos direitos de adolescentes e jovens, possibilitando a construção de uma sociedade justa, participativa e plural.  Em 2016 fundou-se a filial internacional da Viração, a Viração&Jangada, com sede em Trento, na Itália.

A Viração incentiva e apoia a contratação de pessoas negras e indígenas.

15 anos de história: Causos e prosas da Viração

15 anos não é pra qualquer um, né? Nesse tempo, a Viração acumulou experiências e muita história pra contar. Por isso, resolvemos relembrar algumas delas, entre curiosidades, memórias e causos.

1) Do Ceará pra São Paulo: Como surgiu a Viração?

A Vira foi fundada pelo jornalista e “sonhalista” Paulo Lima. Nascido na comunidade de Largamar, no Ceará, Paulo sempre esteve envolvido com comunicação independente. Quando jovem, foi seminarista e atuou como jornalista e militante! Em 2002 ganhou o prêmio Jornalista Amigo da Criança, da ANDI- Comunicação e Direitos, e um ano depois fundava a Viração.

A Viração nasceu do desejo de fomentar a produção de comunicação por e para adolescentes e jovens, a partir da convicção de que comunicação é um direito humano e comunicar é um ato político. Assim, Paulo Lima e um grupo de amigos sonhalistas, criaram a Revista Viração, uma publicação com um projeto editorial baseado na colaboração, participação e no respeito às diversidades.

15 anos depois, a Viração se tornou uma organização social que busca ser referência por sua atuação em educomunicação, educação entre pares e mobilização de adolescentes e jovens, com 11 funcionários, dois programas de educomunicação e diferentes projetos nas áreas de direitos humanos, direitos da juventude, gênero e sexualidade e meio ambiente.

2) É a Viração ou o Viração?

O nome “Viração” tem diferentes significados, entre eles o que pode ser encontrado em qualquer dicionário: “Vento fresco, suave, que sopra do mar”. Para além do dicionário, “viração” é um termo muito usado entre meninas e meninos em situação de rua no estado do Ceará, se refere à capacidade de enfrentar os desafios e mudanças de forma positiva; resiliência. Além disso, “viração” também é uma brincadeira de palavras, um trocadilho, vira-ação, para provocar a concretização de nossos sonhos e ideias em ações.

É a combinação desses três significados, tão simbólicos e representativos, que justifica o batismo: A Viração. Muitas pessoas falam O Viração, a gente não sabe muito bem o porquê, mas o certo mesmo é usar o artigo feminino, embora a gente não fique bravo com quem fala.

3) A Viração é uma organização internacional!

Em 2009, Paulo Lima se mudou para a Província de Trento, na Itália. Lá, ele conheceu a Associação Jangada, que atuava nas áreas de juventude, educação e meio ambiente e que estava prestes a fechar as portas! Assim, Paulo sugeriu uma parceria entre a associação e a Viração.

Em 2016, a Viração começou a atuar com uma configuração jurídica própria na Itália, a Viração & Jangada, nascida a partir da fusão com a Associação Jangada, que já atuava na Província de Trento nas áreas de juventude, educação e meio ambiente desde 1999.

Além de desenvolver projetos de cooperação internacional com a Viração no Brasil, a organização atua na Itália com projetos de educomunicação ambiental junto à adolescentes e jovens.

4) Chá de redação é o novo chá de casa nova

Quando a Viração montou sua primeira sede, um cantinho no escritório da Associação de Apoio às Meninas Meninos da Região Sé, a equipe resolveu fazer um chá de redação! A Vira precisava montar o escritório, começando do zero, então os/as amigos/as, jornalistas, educadores/as e educomunicadores/as presentearam a organização com xícaras, móveis e materiais de escritório. Quem lembra?

5) Dinheiro de quem não acredita na democratização da comunicação? Não, obrigada.

Em 2015 a Viração recebeu uma oferta: uma doação da Rede Globo, direcionada via FUMCAD, no valor de R$130 mil – quantia exorbitante para o orçamento da organização na época. Após um processo de consulta com a equipe e, claro, com os adolescentes e jovens que faziam parte da rede da Viração, a decisão foi de recusar a doação.

Em resposta à oferta, a Vira enviou uma carta de justificativa, dizendo que a empresa violava alguns dos princípios básicos da instituição, como a democratização da comunicação e o comprometimento com a verdade.

Não contentes, um ano depois a Globo News convidou a Viração para participar de uma roda de conversa.“Não compactuamos com uma empresa que, num momento crítico como o que vivemos, incita o ódio e manipula informações”, respondeu a organização. O convite se tratava de participação em um debate sobre jornalismo colaborativo.

6) Do impresso pro online: como surgiu a Agência Jovem de Notícias?

A Agência Jovem de Notícias foi criada em 2005, durante o primeiro Fórum Social Mundial. Lá, meninas e meninos fizeram a cobertura educomunicativa do evento, comunicando as agendas e ações a partir de suas experiências.

Desde então, a experiência de cobertura educomunicativa vêm se consolidando como um mecanismo importante para ampliar e fortalecer a participação de adolescentes e jovens nos debates públicos, citada até no Relatório Situação da Adolescência Brasileira 2011 – O direito de Ser Adolescente, do UNICEF.

A partir da atuação da Viração & Jangada, na Itália, a Agência Jovem de Notícias tem um portal internacional e independente, a Youth Press Agency, com conteúdos traduzidos para o italiano, inglês e espanhol, gerenciada por jovens de diferentes partes do mundo. Junto com a Youth Press Agency, a Agência Jovem de Notícias cobre eventos internacionais como a Conferência de Mudanças Climáticas da ONU, o Fórum Social Mundial, entre outros.

7) 15 anos de história, 112 revistas publicadas

Sim, 112 edições e muita gente envolvida nos últimos 15 anos de produção da Revista Viração, que deu origem à organização em 2003. Desde então, a revista teve várias periodicidades, chegando a ser publicada mensalmente. Em 2015, passou a ser semestral, temática e de distribuição gratuita, a fim de potencializar a produção de conteúdo online por meio da Agência Jovem de Notícias.

Confira as edições em formato digital aqui.

15 anos: um olhar para o presente-futuro

Por Paulo Lima, Fundador da Viração Educomunicação

Quinze anos. Quinze, uma mistura de vibrações entre 1 e 5. Os dois juntos chegam a 6. Seis é múltiplo de 3, nosso número mágico. A Vira nasceu no dia 3 do mês 3 de 2003. Os números, as datas, são para nós um pretexto político-pedagógico para seguir adiante, sempre com mais tesão social.

Quinze anos. Um olhar ao presente-futuro: cheio de desejos, sonhos a mil, utopias a guiar o coração junto com novos processos, projetos e iniciativas. Tudo recheado de ideias revolucionárias numa tentativa promissora de fugir do cheiro de naftalina, de prevenir-se da síndrome do piloto automático. Isso e muito mais, representam os 15 anos da Viração.

Muitas mudanças ocorreram ao longo desse tempo, de cara fomos identificados e reconhecidos como iniciativa de inovação social não só no Brasil, mas no mundo todo. Para a Ashoka Empreendedores Sociais e o Ministério da Educação, a Vira é exemplo de como se pode promover a participação ativa e eficaz de adolescentes e jovens por meio do uso criativo da comunicação em todo e qualquer processo de educação.

Pois, sim. A Viração cresceu. Ganhou sobrenome: Educomunicação. Fomos os primeiros no Brasil a levantar a bandeira da figura profissional da Educomunicadora e do Educomunicador. Promovemos mudanças íntimas e pessoais. Colaboradores e voluntários fazendo um percurso de auto-descoberta, chegando a criar e mudar seus projetos de vida. Promovemos mudanças sociais e coletivas, incidindo em políticas públicas, mobilizando adolescentes e jovens e construindo redes como a Renajoc – a Rede nacional de adolescentes e jovens comunicadoras e comunicadores.

Passamos a atuar na África e na Europa e junto às Nações Unidas, expandindo o jeito Viração de ser e se comprometer: Burkina Fasso, Marrocos, Itália, Portugal e França; além de participar ativamente nas Conferências sobre mudanças climáticas da ONU.

Mudamos de sede 5 vezes. A mais recente para poder oferecer mais serviços, estar num ambiente mais colaborativo, juntar forças com outras organizações sociais que buscam fazer brilhar todo tipo de pessoa, porque cada uma e cada um de nós é um ser especial em Direitos. Mudança importante, sobretudo neste cenário político de retrocesso no campo dos direitos e de um projeto popular para o país.

Chegamos até aqui com um sabor de vitória, mas com a missão quase cumprida e muita luta pela frente. Eu digo “quase” porque “queremos mais”. E muito mais. Muito mais iniciativas educomunicadoras, contribuindo para criar ecossistemas comunicativos abertos, democráticos e participativos em tudo quanto que é lugar onde acontece o milagre da educação. Esse processo de “ler o mundo” com senso crítico e de fazer um novo mundo acontecer.

São quinze anos de muita alegria e muita beleza. E aqui colocamos juntos Dostoevskij e Paulo Freire. Juntamos “A beleza salvará o mundo” com “A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca”.

E nós seguiremos nesse processo de busca por mais outros “trocentos” anos, perseguindo nossos ideais e lutando por uma sociedade baseada na justiça social e climática, na garantia dos direitos humanos, na participação efetiva de adolescentes e jovens e na equidade de gênero e diversidade étnico-racial e sexual.

Afinal, ensinar e aprender não pode acontecer fora da procura, fora da boniteza e da alegria, como nos ensina nosso amado Paulo Freire.